Terceiro álbum do Metallica e um dos trabalhos mais importantes da história do heavy metal, “Master of Puppets” completa 40 anos nesta terça-feira (3). Sucessor de “Ride the Lightning” (1984), o disco equilibra peso, melodia e refinamento musical, combinação que resultou em clássicos como a faixa-título, “Battery” e “Welcome Home (Sanitarium)”.
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“Master of Puppets” estampa a capa da nova edição da Classic Rock. A publicação resgata um depoimento de Lars Ulrich, baterista do Metallica, a respeito do processo de composição e gravação do álbum.
Na declaração reproduzida abaixo, o músico relembra o período em que o trabalho foi concebido. Ulrich também destaca o fato de o disco ter resistido ao teste do tempo.
“Gostaria de dizer que havia algo mágico no ar no verão em que compusemos ‘Master of Puppets’, algo que não existia antes e nunca mais existiu. Mas seria mentira. Acho que simplesmente tínhamos a atitude certa e a abertura certa para novas ideias. A banda toda estava ficando mais confiante.
– GOO
Éramos apenas uns moleques mimados fazendo o que fazíamos, tentando fazer algo diferente de todo mundo. É incrível como o disco resistiu ao teste do tempo. Obviamente, não é algo em que você pensa quando está gravando um álbum.”
Seis meses após o lançamento de “Master of Puppets”, mais precisamente em 27 de setembro de 1986, o Metallica passou por um episódio extremamente conturbado: a morte do baixista Cliff Burton. Mais detalhes sobre esse episódio podem ser conferidos na nota a seguir.
– CLI