O guitarrista canadense Glen Drover concedeu entrevista ao Waste Some Time With Jason Green, onde falou sobre sua passagem pelo Megadeth, ocorrida entre 2004 e 2008 – junto de seu irmão, o baterista Shawn Drover, que ainda continuou por mais alguns anos com a banda. O músico foi questionado se sua saída se deu em bons termos. À época, ele alegou problemas familiares, justificativa que mantém até hoje.

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Foto: Site Oficial

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“Acho que Dave Mustaine ficou chateado. Mas entendeu, até certo ponto, porque não sabia de tudo com certeza, embora tivesse uma boa ideia do que estava acontecendo… E também não foi uma situação em que eu tinha me demitido e eles já estavam em turnê na semana seguinte. Eu não ia fazer uma besteira dessas. Foram uns três meses entre o aviso e a saída. Fizemos o Pacific Rim, e depois tivemos uma pausa de uns três ou quatro meses antes de fazer uma turnê europeia… Então, basicamente, foi talvez – não sei – umas duas semanas depois quando pensei: ‘Ok, tenho que fazer isso.'”

Drover ainda fez questão de indicar alguns possíveis substitutos ao grupo – um dos quais, acabou sendo o escolhido. “Recomendei três guitarristas: Jeff Loomis (Nevermore), Jeff Waters (Annihilator) e Chris Broderick (In Flames, ex-Jag Panzer). Por algum motivo, ambos os Jeffs recusaram, mas Chris disse ‘sim’. Foi assim que ele entrou na banda.”

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Glen gravou um álbum de estúdio com o Megadeth, “United Abominations” (2007). Também participou do registro ao vivo em áudio e vídeo “That One Night: Live in Buenos Aires”, gravado em 2005 e lançado dois anos depois. Atualmente, participa do Withering Scorn e comanda o projeto solo Walls of Blood.