Reuniões de bandas clássicas costumam reacender memórias entre fãs e músicos. No caso do Angra, o reencontro envolvendo integrantes da fase de “Rebirth” e “Temple of Shadows” para apresentações no festival Bangers Open Air também trouxe à tona discussões sobre quem participou daquele período – inclusive nomes que não estarão no palco.

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Foto: Reprodução

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Um deles é o tecladista Fábio Laguna, que acompanhou a banda em grande parte das turnês daquela era. Durante uma conversa recente entre Edu Falaschi e Rafael Bittencourt, no Amplifica, o vocalista comentou que gostaria de ver o músico participando das celebrações.

Falando de forma pessoal, Falaschi destacou que Laguna representa uma memória importante para muitos fãs daquela fase da banda. “Ele representa mesmo uma memória afetiva dos fãs. Ele fez parte de várias turnês, é um grande amigo, está comigo na carreira solo”, disse o cantor. Na visão do vocalista, a presença do tecladista teria um significado especial nesse momento de reencontro. “Eu, pessoalmente, amaria que ele estivesse presente. Acho que seria simbólico.”

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Mesmo com esse sentimento, Falaschi reconheceu que a decisão não depende apenas dele e envolve várias partes. Por isso, afirmou que nunca tentou impor o assunto nas conversas internas sobre a reunião. “Eu jamais ia impor isso, tanto que eu nunca toquei no assunto com vocês”, explicou durante o bate-papo.

Já Bittencourt comentou que a possibilidade é complicada no momento atual, principalmente por questões contratuais e pela organização do evento. Ainda assim, não descartou a ideia de algo semelhante no futuro. “Quem sabe numa próxima. Para o Bangers agora está muito em cima, tem um monte de complicações”, afirmou.

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O guitarrista também fez questão de contextualizar o papel de Laguna na história do Angra. Segundo ele, o tecladista nunca foi integrante oficial do grupo, apesar de ter participado de turnês e gravações ao vivo. “A gente teve vários tecladistas. Mas acho que por ele estar naquele DVD e ter tocado com a gente, criou-se essa imagem nas pessoas de que ele era da banda”, comentou.

O próprio Laguna já falou sobre o tema em entrevistas recentes. O músico explicou que sempre soube que atuava como contratado e não como membro fixo do Angra, embora tenha participado de cerca de 290 shows com aquela formação. Mesmo sem convite para a reunião atual, ele afirmou que não guarda ressentimentos e deseja sucesso aos antigos colegas.

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