A banda californiana Machine Head balançou o mundo da música pesada em 1994 com o lançamento de seu primeiro disco, “Burn My Eyes”. Agressivo, intenso e caótico, o álbum causou impacto na cena por sua sonoridade inovadora, que mesclava elementos do groove e do thrash metal, mistura que rendeu clássicos como “Davidian” e “Old”.
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Foto: Travis Shinn – Nuclear Blast
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O segundo capítulo da discografia do Machine Head levou algum tempo para ficar pronto. Intitulado “The More Things Change…”, o sucessor de “Burn My Eyes” foi lançado em março de 1997.
De acordo com matéria especial publicada pela Metal Hammer, a mixagem de “The More Things Change…” demorou seis meses. A reportagem traz um depoimento que Robb Flynn, guitarrista e vocalista do Machine Head, concedeu à Kerrang em 1997, explicando por que o processo foi tão longo.
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“O álbum soava uma merda no começo. Na segunda vez, estava bom, mas não nos impressionou. Estabelecemos um padrão com a produção de ‘Burn My Eyes’ e aspiramos a algo um pouco mais. Por isso fizemos a terceira mixagem. Como ficou? Colossal!”
Um dos pontos altos do disco é a violenta “Take My Scars”. Na mesma matéria, Flynn explicou a origem da música, que remete a uma cena terrível que ele presenciou enquanto andava pelas ruas.
“Certo dia, eu estava andando por uma rua em Berkeley, na Califórnia e vi um viciado lavando a agulha com vinho, o que foi bem pesado. Então, essa música meio que diz: ‘Você precisa acordar e resolver os problemas da sua vida’.”
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Enquanto o Machine Head gravava “The More Things Change…”, Robb Flynn se encontrou com Ian Gillan, vocalista do Deep Purple, que chegou a ouvir o álbum. Para ler mais sobre essa história, leia a nota a seguir.
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