O Supertramp Experience anuncia uma homenagem especial a Rick Davies, fundador, vocalista e tecladista da lendária Supertramp, que faleceu em setembro de 2025, aos 81 anos. As apresentações da turnê serão dedicadas à memória do artista, transformando cada show em um dos momentos mais emocionantes do ano para os fãs de rock.

O espetáculo ganha ainda mais força em abril, mês que marca os 49 anos do lançamento de Even in the Quietest Moments!, um dos trabalhos mais emblemáticos da banda. O disco consolidou o estilo sofisticado do grupo e revelou canções que atravessaram gerações, como Give a Little Bit e Fool’s Overture. Antes dele, álbuns como Crime of the Century e Crisis? What Crisis? já haviam estabelecido a identidade sonora que transformaria o grupo em referência mundial.

Fundado por Rick Davies ao lado de Roger Hodgson, o Supertramp construiu uma trajetória marcada por melodias sofisticadas, letras irônicas e uma sonoridade única que transita entre o rock progressivo, o pop, o blues e o jazz. Davies, único integrante presente em toda a história da banda, deixou composições icônicas como Goodbye Stranger e Bloody Well Right. No palco, o público pode esperar quase duas horas de espetáculo com sucessos que marcaram gerações, como The Logical Song, Dreamer e School.

A turnê brasileira ganha um momento especial no palco do Qualistage, consolidando-se como um dos pontos altos dessa celebração. Com uma proposta fiel à sonoridade e à atmosfera do Supertramp, o espetáculo revisita clássicos com arranjos elaborados e forte apelo emocional, transformando cada apresentação em uma verdadeira viagem sonora.

Reconhecida pelo próprio Roger Hodgson, a Supertramp Experience é considerada por muitos como a mais impressionante apresentação ao vivo em tributo à obra da banda em atividade. A formação reúne músicos que sustentam, com precisão e sensibilidade, a força desse repertório: Antoine Oheix (teclados e vocais), Alice Valle (guitarra, teclados e backing vocals), David Martin (saxofone, teclados e coros), Lucas Fleurance (baixo e coros) e Stéphane Glory (bateria). Juntos, eles criam uma ponte entre gerações e reafirmam o poder atemporal dessas canções.

A passagem pelo Brasil inclui ainda cidades como Belo Horizonte, São Paulo, Fortaleza e Porto Alegre. Mais do que um tributo, o projeto se consolida como um mergulho no universo do rock progressivo e pop sofisticado dos anos 1970 e 80, recriando a essência de álbuns históricos e performances memoráveis.
No fim, não se trata apenas de um show, mas de um reencontro com uma era, embalado por melodias que resistem ao tempo e encontram, no palco, um novo fôlego diante do público brasileiro.

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