O baterista do Sepultura, Greyson Nekrutman, relembrou o momento em que se juntou à banda em 2024, a menos de duas semanas para o início da Celebrating Life Through Death Tour. Segundo ele, “não havia como dizer não” ao convite.
Em entrevista realizada durante o Europe Drum Show, na Alemanha, Nekrutman detalhou sua intensa rotina de preparação e como lidou com isso, uma vez que o grupo enfrentava a saída de Eloy Casagrande para o Slipknot.
“É interessante, porque o Suicidal Tendencies foi a minha primeira vez tocando em grandes palcos e festivais, e foi ótimo. Mas o verdadeiro desafio mental foi a transição. O Andreas [Kisser, guitarrista], me ligou pessoalmente e explicou a situação, dizendo que não havia mais baterista e que precisavam de um. O melhor jeito de descrever isso – disse isso para a minha família – é que eu sabia que tinha de dizer ‘sim’, mas que também estava assumindo muita responsabilidade. Eu simplesmente tinha que fazer. Não havia como dizer ‘não’. A única coisa tentando me impedir era o meu próprio medo”, refletiu [transcrição via Blabbermouth].
Greyson Nekrutman ensaiou cerca de 14 horas por dia antes de estreia
“Aqueles dias foram loucos. Eu passava cerca de 13 ou 14 horas. E não estou brincando, pois eu tinha só uns 10 dias em casa antes de ir para o Brasil [para o primeiro show]. Lembro…