O pai do rock brasileiro é o saudoso Raul Seixas! O artista criou som para as massas e deixou de lado o quê elitista do gênero musical. Raulzito, como era conhecido pelos mais íntimos, queria uma abordagem simples e acessível nas letras de suas músicas.
Além dele, o rock brasileiro tem inúmeros representantes de alto escalão, e a lista contempla Rita Lee, Os Mutantes, Made In Brazil, Patrulha do Espaço, Golpe de Estado, Tutti Frutti, Titãs, Ira, Barão Vermelho, Os Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Charlie Brown Jr. e Skank.
Na seara mais pesada o nosso país também tem grandes representantes como o Sepultura, Angra, Soulfly, Cavalera Conspiracy, Krisiun, Ratos de Porão, Raimundos, Nervosa, Crypta, Torture Squad, Dorsal Atlântica, Shaman e por aí vai.
No entanto, há quem ache o nosso rock n’ roll nulo, ou seja, simplesmente não existe. Tempos atrás, em uma transmissão ao vivo nas redes, o cantor carioca Ed Motta afirmou que o rock n’ roll brasileiro é inexistente.
“O que eu acho do rock brasileiro? Eu não tenho culpa nenhuma disso. Já começa dessa parte”, disse Ed. “Antes de eu falar o que que eu acho, eu não tenho culpa nenhuma, então não preciso falar o que eu acho”, seguiu aos risos. “É inexistente isso aí, cara”, completou com sinal de desdém.
Embora Motta desconsidere o rock brasileiro, o estilo em nosso país, apesar das dificuldades que enfrenta, segue lotando grandes e pequenas casas de shows. Tem como melhorar? Claro que sim, sempre tem.
E vale pontuar que até mercados mais aquecidos como o sueco, alemão e finlandês têm pontos a aprimorar, portanto é válido usar a máxima do copo meio cheio ao se referir ao nosso rock.