Poucas bandas conseguem causar discussão só com uma frase do tipo “vamos fazer alguns shows”. O Twisted Sister consegue. Depois de o grupo anunciar que a reunião com Dee Snider não seguiria em frente por questões de saúde, veio a segunda bomba: para as datas já marcadas, Jay Jay French e Eddie Ojeda vão subir no palco com Sebastian Bach no vocal.
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Foto: Reprodução YT – Jim Louvau e Tony Aguilera
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A saída do Dee, aliás, já tinha sido explicada nas semanas anteriores. A própria banda falou em “renúncia” por questões de saúde e o Dee depois apareceu nas redes dizendo que não estava morrendo, mas que o quadro era sério o suficiente para ele não levar adiante uma sequência de shows. Esse é o ponto de partida de tudo.
A reação ao anúncio do Bach foi o plebiscito previsível. Do lado mais cético, já veio a piada pronta: “Isso não é Twisted Sister kkk, isso é Twisted Skid Row.” E teve o comentário que resume a ideia de “marca inseparável do vocalista”: “Acho que já deu. Está na hora do Twisted Sister se aposentar. Sem o Dee Snider, não é Twisted Sister.” Teve também quem só soltou o desespero puro e simples: “Por favor, não. Eu não pedi por isso.”
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Só que, no mesmo anúncio, apareceu um grupo que comprou a ideia justamente por pensar em palco. Um fã escreveu: “Vou admitir: eu era bem contra seguir sem o Dee. Mas vocês literalmente não poderiam ter escolhido alguém melhor pra segurar isso – voz e atitude.” Outro foi ainda mais direto: “Sebastian Bach é literalmente a única pessoa que eu consigo imaginar no lugar do Dee Snider! Eu adoraria ver eles ao vivo!!!”
No Instagram, o clima pareceu menos “pedrada imediata” e mais curiosidade. Teve gente mudando de postura no meio do caminho: “Eu era contra no começo… mas agora fiquei interessado.” E teve o comentário mais “de boas”, só aceitando o pacote: “Isso seria bom pra caramba.”
– CLI
No X/Twitter, apareceu aquele tipo de reação que não xinga nem aplaude, só quer ver o que vai acontecer: “Sebastian Bach na frente do Twisted Sister é um desenvolvimento interessante. Tomara que a turnê passe pela minha região.” Do outro lado, também teve quem tratou como heresia: “Não. Nem sou fã do Twisted Sister, mas isso é blasfêmia.”
No fim, ainda é cedo para cravar se vai ser um acerto ou um grande “não precisava”. Mas a parte garantida já aconteceu: antes mesmo de um único show, a banda conseguiu colocar a internet em modo torcida organizada. E, goste ou não da ideia, isso combina bem com um grupo que sempre viveu de barulho, atitude e exagero.
– GOO