Andreas Kisser defendeu a liberdade criativa do Sepultura ao comentar as reações negativas de parte dos fãs às experimentações recentes da banda no último EP The Cloud of Unknowing.

Em entrevista à Metal Hammer España, o guitarrista afirmou que não molda o processo criativo pensando em agradar todo o público. Andreas destacou também a influência do baterista Greyson Nekrutman, que trouxe referências de jazz para o som atual da banda.

“Não é meu problema que os fãs estão decepcionados (risos). São universos diferentes. A relação que cada um tem com sua arte, com sua música, é muito pessoal e única, e está tudo bem. Isso é a liberdade de interpretação e de conexão. Eu estou descobrindo coisas novas hoje que foram gravadas há 40, 50, 60, 100 anos. É contemporâneo porque é novo para quem descobre”, disse Andreas Kisser [via Whiplash].

Durante a entrevista, Andreas explicou que o heavy metal permite infinitas possibilidades criativas. “Nós temos infinitas possibilidades e o Sepultura é um exemplo disso, ao fazer música pesada com ‘Roots’, que abriu portas incríveis, e ‘Roots’ também influenciou o Slipknot, por exemplo […] Não temos que pensar nos fãs quando estamos compondo e nos expressando. É uma simples expressão e cada um vai se conectar com isso de uma maneira livre”, concluiu.

Recentemente, o…