Lançado em 07 de junho de 2005, o terceiro álbum de estúdio do Avenged Sevenfold marcou uma grande revolução na carreira da banda. Sendo o primeiro disco lançado por uma grande gravadora, City of Evil representou uma ruptura quase completa com as raízes metalcore e screamo que haviam definido os primeiros trabalhos do grupo. O álbum consolidou a identidade artística da banda e abriu as portas para uma ascensão que a levaria dos clubes aos maiores festivais de música.
Quando Avenged Sevenfold abandonou o metalcore
Na época, o metalcore vivia um de seus momentos mais populares e muitos grupos preferiam repetir fórmulas de sucesso. O Avenged Sevenfold escolheu correr riscos.
Quando City of Evil estreou, muitos fãs foram surpreendidos e não reagiram bem. O Avenged Sevenfold vinha do aclamado disco Waking the Fallen (2003), um trabalho repleto de vocais gritados, riffs agressivos e elementos típicos do metalcore da época. No entanto, a banda decidiu seguir por outro caminho. “A princípio, foi um fracasso total para nós. Acho que o disco vendeu 35.000 cópias na primeira semana, e foi uma grande decepção. E a galera reagiu muito mal a ‘Burn It Down’, que foi a primeira música que lançamos”, revelou M. Shadows em entrevista à revista Revolver, em 2010.
Em vez de apostar apenas na agressividade extrema, o grupo mergulhou em…