Muito antes de bandas mascaradas como PRESIDENT, Ghost e Sleep Token chamarem atenção, o músico norueguês Mortiis já construía sua identidade artística com maquiagem, próteses e uma estética que ajudou a definir sua carreira. Ainda assim, ele afirmou que nunca teve interesse em manter o mesmo nível de anonimato adotado por esses grupos.
Em entrevista à revista Metal Hammer, o ex-baixista do Emperor comentou o crescimento de artistas mascarados no cenário atual e elogiou o trabalho de Tobias Forge à frente do Ghost, revelou que nunca se sentiu confortável em esconder completamente sua identidade.
“Não dou muita atenção a isso. Acho que o Tobias [Forge] fez umas coisas muito legais com o Ghost. Gosto de algumas músicas dele e só o encontrei uma vez. Ele era quieto, parecia muito simpático. Já o Sleep Token, só conheço porque as pessoas falam deles, então não tenho muita opinião formada. Vi algumas fotos e parece legal, mas muita gente parece assim, né? Parece que vejo um monte de coisas passando pelo meu algoritmo: banda mascarada, banda mascarada, banda mascarada! O mais estranho é que me sinto o único cara que usa máscara e ainda tem rosto”, contou Mortiis.
Ele continuou: “Não é só isso, mas o fato de a máscara de Mortiis ainda ser um rosto. É tão natural para mim dar entrevistas assim. Não sinto necessidade de esconder…