Wes Borland, guitarrista do Limp Bizkit, refletiu sobre o recente aumento na popularidade de sua banda e a consequente volta do nu metal aos holofotes.
No auge de sua fama, entre o final dos anos 1990 e o início dos anos 2000, o grupo vendia milhões de álbuns, mas era alvo de críticas frequentes e ridicularizado por críticos e pelo público. Com o renascimento do estilo, o grupo voltou a se destacar e passou a ser atração principal de grandes festivais ao redor do mundo.
À Consequence, Borland foi questionado sobre quais mudanças foram feitas internamente para que essa virada na carreira da banda acontecesse. O músico classificou o fato como “bizarro”, bem como citou uma conversa com sua esposa, na qual ela afirmou sentir um clima leve no grupo.
“Que ótima pergunta. Quão bizarro tem sido isso? Minha esposa geralmente diz: ‘Acho que é porque vocês finalmente estão se divertindo. E as pessoas conseguem ver isso. Vocês não se levam tão a sério’. Então talvez seja isso. Houve uma época em que tínhamos muita turbulência interna na banda. Nossos fãs percebiam e pensavam: ‘Ugh… tem uma merda obscura acontecendo lá’”, contou [transcrição via Consequence].
Para o guitarrista, o bom relacionamento interno ajudou a mudar a opinião de quem antes não gostava do Limp Bizkit. “Quando as pessoas param de levar as coisas tão a…